REFLEXÕES INTERNAS, ao som de The Carpenters...
Uma vida cheia de dúvidas, buscas, escolhas. Uma vida de incertezas, de inseguranças. Uma vida complicada, mas verdadeira: sempre verdadeira.
Viver intensamente, menos quando a preguiça vence. E ela há de derrotada.
Viver loucamente, menos quando o medo impede. E ele há de ser transposto.
Viver alegremente, menos quando a tristeza se fortalece. E ela há de ser derrubada.
Viver melancolicamente – porque essa é minha essência-, menos quando a depressão supera. E ele há de ser comedida.
Viver socialmente, menos quando a necessidade de solidão impera. E ela há de ser enterrada.
Viver altruisticamente, menos quando o egoísmo governa. E ele há de ser deslocado.
Viver filantropicamente, menos quando Eres surge como companhia. E ela há de ser esquecida.
Viver sonhando, menos quando a dor da realidade endurece. E ela há de ser apaziguada.
Viver sinceramente, menos quando a dissimulação torna-se fácil. E ela há de ser expurgada.
Viver cantando, menos quando a feiura domina. E ela há de ser reconfigurda.
Viver amando, amando, só amando. Menos quando? Não há desculpa para viver odiando: suicídio, abdicação de toda intensidade, loucura, alegria, melancolia, socialização, altruísmo, filantropia, sonho, sinceridade, canção que inunda o mundo.
Nostalgia, ação, sonho. Passado, presente, futuro. Todos reunidos em um só equilíbrio.
Fazer melhor, ser melhor, viver melhor, enfim, é uma questão de luta, uma questão de autodeterminação! Elevação do espírito para o seu máximo: let the dream descend!
Talvez eu tenha perdido muitas das lutas que eu travo, proclamo e conclamo. Certamente perderei muito delas, mas hei de continuar nesta demanda.
Tomorrow will be brighter than today... And today is already brighter than yesterday!
Escrito por às 13h55
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