SONHOS...
Escrito por às 12h02
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Escrito por às 12h02
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Escrito por às 12h04
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Escrito por às 11h01
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Aniverário chegando... Será que este ano as coisas serão diferentes. Não bastasse eu saber que isso depende APENAS de mim, todo mundo vem me dizer isso... Vamos ver se certas barreiras serão superadas.
Il mondo,
soltanto adesso io ti guardo.
Nel tuo silenzio io mi perdo.
E sono niente accanto a te.
Escrito por às 12h01
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Escrito por às 11h31
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Escrito por às 13h59
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Escrito por às 11h18
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Escrito por às 12h53
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Enjaulado por mim mesmo.
Resignado.
O que fazer agora? Ainda estou pensando, mas parece que darei adeus a tudo/todos que eu conheço. Talvez seja melhor assim.
Let me sing you a waltz
Out of nowhere, out of my thoughts
Let me sing you a waltz
About this one night stand
You were for me that night
Everything I always dreamt of in life
But now you're gone
You are far gone
All the way to your island of rain.
chiuso.
fermé.
closed.
fechado.
Escrito por às 09h22
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Uma vida cheia de dúvidas, buscas, escolhas. Uma vida de incertezas, de inseguranças. Uma vida complicada, mas verdadeira: sempre verdadeira.
Viver intensamente, menos quando a preguiça vence. E ela há de derrotada.
Viver loucamente, menos quando o medo impede. E ele há de ser transposto.
Viver alegremente, menos quando a tristeza se fortalece. E ela há de ser derrubada.
Viver melancolicamente – porque essa é minha essência-, menos quando a depressão supera. E ele há de ser comedida.
Viver socialmente, menos quando a necessidade de solidão impera. E ela há de ser enterrada.
Viver altruisticamente, menos quando o egoísmo governa. E ele há de ser deslocado.
Viver filantropicamente, menos quando Eres surge como companhia. E ela há de ser esquecida.
Viver sonhando, menos quando a dor da realidade endurece. E ela há de ser apaziguada.
Viver sinceramente, menos quando a dissimulação torna-se fácil. E ela há de ser expurgada.
Viver cantando, menos quando a feiura domina. E ela há de ser reconfigurda.
Viver amando, amando, só amando. Menos quando? Não há desculpa para viver odiando: suicídio, abdicação de toda intensidade, loucura, alegria, melancolia, socialização, altruísmo, filantropia, sonho, sinceridade, canção que inunda o mundo.
Nostalgia, ação, sonho. Passado, presente, futuro. Todos reunidos em um só equilíbrio.
Fazer melhor, ser melhor, viver melhor, enfim, é uma questão de luta, uma questão de autodeterminação! Elevação do espírito para o seu máximo: let the dream descend!
Talvez eu tenha perdido muitas das lutas que eu travo, proclamo e conclamo. Certamente perderei muito delas, mas hei de continuar nesta demanda.
Tomorrow will be brighter than today... And today is already brighter than yesterday!
Escrito por às 13h55
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7:30 Despertador tocando Bach...
7:35 Dar-me conta de que algo acontecia.
7:40 Tomar banho... mais reclamar do que tomar banho.
7:50 Correr se para se vestir: limpar sapato, procurar o cinto, encontrar uma camisa passada, sentir frio e pegar um blazer, sortear um perfume.
7:55 Dar uma olhada no espelho e - espanto - gostar até do resultado.
8:00 Catar o guarda-chuva e nadar pela cidade.
8:15 Pegar um ônibus, ouvindo músicas "bregas", e pensando: 6 meses!!
9:00 Chegar no centro e lutar... lutar por um lugar na calçada! Coordenar pasta, gurda-chuva, transeuntes, carros, direções, ônibus, chuva, panfleteiros e camelôs! UFA!
9:15 Finalmente, no tribunal... Começar a não fazer nada e a pensar: como vai ser bom o feriadão! Como será boa a noite com meu amor!
10:00 Manter-me afiado nos estudos da Constituição da Confederação Helvética (Suíça)... O que de mais interessante poderia eu fazer por aqui??? (Já sei, escrever nesse blog... vocês me amam!)
11:00 Telefonar para o amor da minha vida e acertar os detalhes da noite... Dar uma brigadinha e sentir um pouco de ciúme, para não perder a prática, é claro!
11:25 Começar a escrever este post porque a Aline pediu e eu estava mesmo precisando de algo para fazer até 11:30, meu horário de almoço.
Planos? Almoçar no MARGS, apreciar uma exposição de fotografias e voltar para o trabalho. Sair Às 18:00, enfrentar o trânsito maldito da cidade e ir para minha consulta. Esperar vocês-sabem-quem para ir a um jantar romântico em comemoração ao meio ano de felicidade!
Completando: hoje está chovendo e mesmo assim eu estou feliz demais! Cara, estou mudando velhos hábitos!
Bom feriado!
Escrito por às 11h33
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Escrito por às 13h43
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Ah! Plangentes violões dormentes, mornos,
Soluços ao luar, choros ao vento...
Tristes perfis, os mais vagos contornos,
Bocas murmurejantes de lamento.
Noites de além, remotas, que eu recordo,
Noites de solidão, noites remotas
Que nos azuis da Fantasia bordo,
Vou constelando de visões ignotas.
[...]
Vozes veladas, veludosas vozes,
Volúpia dos violões, vozes veladas,
Vagam nos velhos vórtices velozes
Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas.
[...]
Que esses violões nevoentos e tristonhos
São ilhas de degredo atroz, funéreo,
Para onde vão, fatigadas do sonho,
As almas que se abismaram no mistério.
Cruz e Souza, em “Broquéis”.
Trabalhando, gostando e descobrindo que o meu setor será desmantelado.
Estudando, e sabendo o quão estúpido eu sou por isso.
Caminhando, e estando com tendinite no pé.
Cozinhando, me machucando e cortando meio polegar: sangrando ainda.
Ouvindo “Learn to be lonely”, e pensando que a viagem pode ser mais curta do que o itinerário previsto... E talvez não seja uma má idéia...
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Calma, calma... Nada de reações explosivas... Sofra em silêncio...
Escrito por às 21h03
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My head is a mess.
My heart is a mess.
My room is a mess.
My life is a mess.
Everything is a mess.
O Fantasma… Não por moda, não pelo momento, mas pela vida. Sim, sempre gostei e lutei muito caçando o texto completo há alguns anos. Não existe nada mais complexo e humano do que the Phantom! Nada mais verdadeiro e real e caricatural e exagerado e extremo e imaginário. Lê Phantôme nasce e se cria no sofrimento de um mundo que não o entende – e alguém, algum dia, entenderá o mundo em que vive? Um mundo cheio de menitiras, um mundo cheio de tristezas, depressões, amarguras. Carrascos e mais carrascos desfilam uma moda mórbida e sombria, destruindo sentimentos puros. Mas o Fantasma, mesmo em sua doentia forma de viver, encontra forças na sua escuridão – interior e ambiental – para amar. Simplesmente amar. Amar com toda sua força e devoção. Com um coração completo. Sem “se”, sem “quando”, sem “como”. Amar com altruísmo e egoísmo... Mas amar plenamente. Prova derradeira? Deixar a pessoa amada partir talvez tenha sido sua maior prova de toda energia e vigor do que pulsava em seu peito. Passamos a vida querendo amar assim e fingimos o tempo inteiro que conseguimos – e somos tão bons atores que acreditamos. Em um mundo cheio de mentiras e confusões; de ilusões, de ilusionistas e de iludidos, que ser é mais perfeito do que aquele que atinge a mais profunda verdade com um sentimento tão fundamental e tão último? O Fantasma é completo e eu o adimiro. E sei também que ele é demais para o nosso mundo: sempre viverá longe de nossos olhos, escondido por máscaras, enterrado em subterrâneos.
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Child of the wilderness
Born into emptiness
Learn to be lonely
Learn to find your way in darkness
Who will be there for you
Comfort and care for you
Learn to be lonely
Learn to be your one companion
Ever dreamed out in the world
There were arms to hold you?
You’ve always known
Your heart was on its own
So laugh in your loneliness
Child of the wilderness
Learn to be lonely
Learn how to love life that is lived alone
Learn to be lonely
Life can be lived
Life can be loved
Alone.
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Comprei um vinho francês hoje: pagamento será fruto do primeiro salário da minha vida. Brindarei logo mais, sozinho, as The Phantom...
E sumindo mais uma vez...
Escrito por às 21h39
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Voltando a escrever em um momento mais triste que alegre, as usual. Vou respirar. Tenho que medir. Tenho que apenas sentir. Usar a intuição, a razão e a emoção. Viver. Manter. Destruir e conservar: modificar... Mutilar? Tenho que cantar tanto odes como elegias. Tonto, perdido... em todos os sentidos... em todas as áreas... não tendo muito onde e a quem recorrer. Mas como certos ideogramas estão pulsando na minha mente: HOPE, em tanto sofrimento que Pandora nos libertou, resta ainda uma luz para nos orientar em meio a tanta dor.
There was a time of happiness...
There was a time of despair…
There was a time for tears…
Now I live the time of inertia,
A time for reflections.
There will be a time for decisions…
There will be a time for answers…
There will be a time when happiness will live again.
---- comendo mm’s. ----
Escrito por às 22h50
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